O Bem mais Valioso


O Tempo é o bem mais valioso que nós temos, pois uma vez perdido nunca mais pode ser recuperado

Time is the most unrecoverable gift, once lost we can't have it back


terça-feira, 31 de maio de 2011

Take me back to the Start

Quero voltar a estar contigo, mas não sei o que fazer para o conseguir.
Já estou farta de pedir conselhos idiotas porque sinceramente é muito difícil pô-los à prova.
Não falamos, não nos vemos, não dá simplesmente para voltar assim…
Para piorar a situação já gostas de outra.
Não te liguei nem mandei mensagens ou emails, quis respeitar o teu espaço (e também porque sou muito orgulhosa para voltar a falar com ele, ou seja, só voltamos a falar se ele tiver a iniciativa), nunca mais te vi nem procurei. E da única vez que nos vimos após o rompimento demonstrei-me alegre e desprezei-te completamente (segundo amigas).
Não sei o que devo ou não fazer para recuperar o teu amor, para recuperar o que em tempos tivéramos.
O que custa é saber que já tivemos tudo para isto dar resultado, mas que eu, despropositadamente, fiz com que te afastasses lentamente.
Pensei que isto durasse mais, afinal somos muito parecidos e sinceramente és o único que me completa.
Não vou agir como uma desesperada, não sou assim.
Quero voltar a falar contigo, mas como?
Talvez se voltássemos a ser amigos percebas o que eu realmente sou e talvez vejas o que já viste anteriormente.
Se pudesse voltar atrás mudaria muitas coisas que fiz mal… mas não mudaria o facto de ter aceitado namorar contigo, porque mesmo que não voltemos a namorar e tenhas sido um erro, eu aprendi e soube o que era ter alguém.
Digo-te rapaz, tens um dom. O dom de me fazeres sofrer.
Se pudesse fazia qualquer coisa para me quereres de volta como eu te quero a ti. Qualquer coisa.
Infelizmente, não sei o que faça por isso mantenho-me quietinha, para não fazer nada que mais tarde me venha a arrepender.
O que dava jeito era ter um manual universal (tipo Bíblia) sobre a psicologia masculina, talvez assim eu soubesse o que te levaria a quereres-me de volta. Mas não há.
 
Triângulo Amoroso

Os nossos actos reflectem-se no mundo e nas situações que vivemos todos os dias.
(continuação dos desabafos de uma amiga - tudo veridico)

domingo, 29 de maio de 2011

Um teatro (relação)

O relacionamento destas pequenas almas resultou através de um sentimento muito forte e cheio de paixão.
A rapariga é bonita, alta e magra. Tem longos cabelos de cor castanha, olhos castanhos-claros, tem lábios carnudos e bonitos, nariz pequeno e arrebitado. Maçãs do rosto arrozadas, pescoço alto e esguio, sorriso bonito e branco.
Ela tem uma personalidade forte e imponente. É orgulhosa e engraçada. É uma inspiração para mim e para todos os que a rodeiam. É justa, simpática, independente e verdadeira (por vezes até de mais), fofinha, benfiquista (frenética), amiga dos amigos e compreensiva, curiosidade e teimosia constam no GRANDE dicionário dela, gosta de liberdade e odeia ciúmes.
Ele é alto (há quem diga que tem 1,78m (não acredito)), tem cabelos ondulados castanhos-claros, nariz grande, lábios carnudos, olhos verdes.
Ele é teimoso, orgulhoso, engraçado, descontraído (ele ouve reggae – é normal), quer fazer uma rasta (tão a ver como ele é, não é), ex-fumador (já experimentou ganza, ele já bebeu (e gostou)), joga futebol (não é atlético como o Fernando Torres, não se babem) por isso é que ela gostou dele (pancas amorosas), fofinho com as namoradas.
Como podem ver são iguais, até fazem anos no mesmo dia.
O relacionamento deles era bom (ao inicio – primeiras 3 semanas), eram perfeitos juntos, eram como super-cola (não descola – até à 4ªsemana), encaixavam (como as lapas ou como as lesma com as carapaças – dão origem ao caracol), queridos e apaixonados, com olhares profundos, ternos e repletos de amor e paixão, e os seus beijos eram cheios de confidência e amorosos e os seus abraços eram aconchegantes. Eles completavam-se mas isso é outra história (contada por mim, daqui a um parágrafo).
A única vez que os vi juntos foi num domingo, estávamos a fazer um trabalho de geografia (pintar mapas – não é tão fácil como parece), e ele chegou para trazer apontamentos dela (porque ela lhe tinha emprestado, porque ele é um baldas – e burro – ele chumbou no 7º). Quando ele chegou, eu e ela estávamos a pintar. Ela estava deitada no chão e as mamas estavam sob pressão (mas sem culpa dela – ela não se tinha apercebido – eu contei-lhe mais tarde), e ele olhou fixamente (acho que ficou excitado como pude comprovar mais tarde – informações dela), depois ela meteu-se de joelhos, e ele beijou-a carinhosamente a boca. Os olhares eram uma constante, eram adoráveis. Eu interrompendo o ambiente carinhoso dizendo “Ohhhhh”.
Ele riu-se mas ela ficou incomodada por eu estar a olhar fixamente para eles. Ela pegando-lhe na mão dirigiu-se para a varanda.
Esconderam-se atrás da cortina, pensando que eu não os observava (mas estavam enganados), eu observara cada gesto, cada beijo, cada confidência, cada abraço…
Os beijos eram adoráveis e eu achava que a relação ia durar (mas estava enganada).
Os abraços que davam eram apaixonados e fofinhos (eles não se viam há um dia e ela estava com saudades, ele não sei – não o compreendo propriamente, visto só o ter visto apenas um dia). Posavam a cabeça no ombro um do outro, julgo ter visto o pequeno pé dela levantar. Julgava e ainda julgo que eram perfeitos um para o outro (como um puzzle que precisava de se completar).
Eles eram totalmente compatíveis e compreendiam-se perfeitamente, visto serem ambos diferentes e terem um feitio muito parecido. Eles eram extrovertidos um com o outro, faziam coisas juntos (coisas que não posso revelar – não implicam sexo).
Gostavam ambos muito de futebol (freneticamente – não estou a brincar – eles eram fanáticoss (os 2)).
A relação deles era muito intensa mas continha algumas falhas como todas as relações, como por exemplo, o facto de envolverem muitas pessoas ao barulho, não comunicarem sobre problemas da relação.
A relação acabou devido a alguns mal-entendidos existentes na relação.
Ele pensava que ela era pouco compreensiva, muito séria, sufocante e que planeava um futuro com ele.
A verdade: ela é bastante compreensiva, é brincalhona (é considerado exagerado para algumas pessoas), nada séria, não é sufocante (apenas estava a passar por um mau momento – já ouviste falar em apoio ó seu …), planeia um futuro – o dela (sozinha).
A relação deles era perfeita, foi uma estupidez terem acabado por motivos idiotas e completamente mentira. Penso também que ele devia ter falado com ela (cara a cara – e não terem acabado através de um ecrã), não continuaram amigos (porque são ambos orgulhosos – não dão braço a torcer – não querendo falar – nem um nem outro – usando-me como cobaia da resolução da relação).
Acabaram então, para sempre (ou não – nada é definitivo (ele não sabe o significado da palavra definitivo – visto não ter um vocabulário rico – ele usava a wikipédia para a impressionar – facto não comprovado)).
Ele é um otário que não sabe o que perdeu, ela é carinhosa, amiga e merece um bom rapaz, por muito que me custe admitir, eles ficavam muito bem um para o outro, andaram sempre agarradinhos (como já mencionei antes – eles andavam sempre colados, mas com o vento, a cola saiu), mas agora ele já gosta de outra (ele é desesperado – está sempre a trocar de namorada, e a única que conseguiu manter por mais tempo, morava bem longe dele, e não se viam – ele tinha 5anos – facto não comprovado – teoria acabada de inventar – mas quem é que o quereria ver?!). Ela foi a melhor que ele arranjou em todos os aspectos, ela é querida, compreensiva (não é como ele a pinta (ele não sabe pintar)), dá liberdade, e não sufoca os namorados (eles é que a sufocam a ela). Ele é mentiroso, falso e um estúpido que nem devia sair de casa – para não contaminar a humanidade – tenho pena dela – sofreu muito (penso eu) – mas ele nem por isso passou (já gosta de outra – segundo outras fontes).





O AMOR É CEGO, MAS MESMO QUE O VEJAS VAIS SEMPRE CRITICÁ-LO.


*Vento – problemas
*Cola – carinhos

assinado:
               Ana25 (a menina do blogue)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Para Sempre

Porque é que depois de tudo não te consigo odiar? Porque é que finjo odiar-te? Porque é que me lembro tanto de ti? Porque é que sinto que és o único com quem encaixo?
As memórias que tenho estão bloqueadas porque sei que se me recordo de ti e dos nossos momentos os meus olhos não serão fortes o suficiente para impedir a torrente de lágrimas que se seguirá.
Já gostas de outra. Diz-me ela é como eu? É melhor?
Já fiz de tudo. Falo com este e aquele, mas são tão diferentes de ti e não me consigo encaixar neles como me encaixava em ti, porque bebé nós somos iguais.
Falhei muito contigo. Mudei contigo e tenho noção de que te afastei com essa mudança. Mas eu não sou o que tu pensas que eu sou.
Eu amo-te. E isso é a única certeza que tenho.
Não sei o que o futuro me trará mas sei que neste momento não há nada que eu mais deseje do que voltar a estar contigo.
Neste tempo todo fiz de tudo para te odiar, mas volto sempre ao nível 0. Porque é que não te consigo simplesmente esquecer? Porque não desvaneces simplesmente dos meus pensamentos?
Triste pena que acato por ter mudado. Perdi-te, perdi-te para sempre.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Quase um mês sem idiota

Tu és tudo o que eu odeio, tudo o que eu não necessito. És um mentiroso e um cobarde, mas um dia verás que isso não te valeu de nada.
Já não importas, já não és relevante.
Odeio-me a mim mesma por ter acreditado em cada palavra que proferias. És um rapaz sem carácter, fingido e sem sentimentos.
O “nós” nunca existiu, não passou de uma ilusão, pois não eras quem fingiste ser, o “nós” foi uma mentira.
Eu sei de tudo, eu sei que não te importavas comigo, sei que nunca gostaste verdadeiramente de mim, sei que me enganaste com ela (embora não o queiras confirmar), sei que não passei de mais uma, mas sinceramente estou-me nas tintas para isso.
Mas só te digo uma coisa, podes dizer o que quiseres sobre mim, porque no fim saberás sempre que estás a dizer uma mentira a ti mesmo e aos que te rodeiam, por isso nem vale a pena o esforço.
Tenho imensa pena da pobre coitada que se seguirá a mim, porque se for tapadinha vai continuar contigo a achar que és maravilhoso e perfeito e na verdade não é bem assim. Mas vá, não deixo de lhe desejar boa sorte!
Não passas de um rapaz que pensa que é muito, mas não passa de bosta. No futuro vais estar a viver uma vida miserável com um emprego miserável, tudo porque em vez de estudar preferias fingir ser um rapaz bem formado e conseguir as gajas que querias, enquanto que eu vou estar a desfrutar de uma vida estável e normal, porque tenho objectivos.
Agora digo-te eu:
Tens um cabelo estranho, um nariz demasiado grande, achas-te alto mas és baixo para a tua idade, és fraco, és muito imaturo, embora te achas super “crescido”, tens aquela “coisa” a mais na língua que é arrepelante, tens sinais feios na cara, excitas-te com muita facilidade, tens um sorriso pouco cativante, não tens corpo e quando me beijas-te pela primeira vez fiquei bastante desiludida, estava à espera de melhor.
Vive uma boa vida idiota!

PS.: Foste uma perda de tempo, fico feliz por teres durado tão pouco!

2.5.2011

O Amor


O amor é como uma brisa de Verão
Que sopra sem nos apercebermos
E que desperta a sensação
Que amamos e somos amados.

É cego, é sofrido
É fogo corroído,
É inexplicável este amor!
Que aparece subitamente
E que permanece nos inocentes
Pensamentos dos jovens amantes,
Cujos olhos brilham como diamantes.

É riqueza que não é vista,
É um roubo optimista
De uma alma perdida,
Que volta na sua ida,
Ao oceano turbulento,
De loucura e sentimento.


O amor é a nossa morte
E a nossa vida
É a espada do corte
Da permanente ferida
Sangrando com palavras queridas.

“Eu Amo-te!”
Ó! Palavras de fel
Que passam por mel
Na ingenuidade,
Das pessoas sem idade
Vítimas do amor,
Que caça com esplendor
As suas presas,
E que as mata com folgor
Sem certezas.

(por: Inês de Almeida Pinto)

13.2.2011

O Fim


Quando acaba
A fé permanece
O meu sentimento não desvanece
Mas o teu desaparece
Como o fim de uma balada
Nunca terminada

O melhor dos melhores,
Errante meu pensamento
O pior dos piores,
Infeliz verdade, levada com o vento.

A raiva apodera-se de mim,
Mas um sentimento que não quero sentir
Abafa-a como uma pena a cair
Esta luta sem fim
Sem controlo, sem ordem
As lágrimas que fogem
Dos meus olhos prisioneiros
Sem retorno sem ida
Neste céu sem saída!



Magoaste-me indiferente
Ao sentimento que por ti sentia,
No passado foste diferente
No presente uma taça vazia.

Erros cometidos
Nos tempos perdidos
Por ti, por mim,
Por um nós, e assim
Ditado está o destino
Neste vício citadino
A relação teve o Fim.

Promessas quebradas
Mentiras desenleadas,
A distância não se atravessava
No teu discurso apaixonado
A verdade é que acabava
E estavas enganado.

(por: Inês de Almeida Pinto)

15.4.2011

Sentimento Culpado

A paixão arde sem arder
Num corpo que sem razão
Começou a viver.
Ouve-se um coração
Num dueto melodioso,
A vida está agora na mão
Do destino odioso.

Aos olhos cegos do amor
O mundo parece maravilhoso
Mas basta uma desilusão
Para toda a dor
Acabar com a feliz ilusão
Criada pelo amor orgulhoso.

A sede de sangue do sentimento
Ecoa a cada canto
Do palácio prisioneiro
Do reino sem vento
Sem que primeiro
Se quebre seu encanto.
Prisioneiros ele faz,
Crentes ele converte,
Louco, mas ciente
O amor nunca jaz.
Só os amantes acreditam
Em coisa tão fenomenal
Que eles próprios inventam
Para não pensarem no seu próprio mal.


21.3.2011

(por: Inês de Almeida Pinto)