O relacionamento destas pequenas almas resultou através de um sentimento muito forte e cheio de paixão.
A rapariga é bonita, alta e magra. Tem longos cabelos de cor castanha, olhos castanhos-claros, tem lábios carnudos e bonitos, nariz pequeno e arrebitado. Maçãs do rosto arrozadas, pescoço alto e esguio, sorriso bonito e branco.
Ela tem uma personalidade forte e imponente. É orgulhosa e engraçada. É uma inspiração para mim e para todos os que a rodeiam. É justa, simpática, independente e verdadeira (por vezes até de mais), fofinha, benfiquista (frenética), amiga dos amigos e compreensiva, curiosidade e teimosia constam no GRANDE dicionário dela, gosta de liberdade e odeia ciúmes.
Ele é alto (há quem diga que tem 1,78m (não acredito)), tem cabelos ondulados castanhos-claros, nariz grande, lábios carnudos, olhos verdes.
Ele é teimoso, orgulhoso, engraçado, descontraído (ele ouve reggae – é normal), quer fazer uma rasta (tão a ver como ele é, não é), ex-fumador (já experimentou ganza, ele já bebeu (e gostou)), joga futebol (não é atlético como o Fernando Torres, não se babem) por isso é que ela gostou dele (pancas amorosas), fofinho com as namoradas.
Como podem ver são iguais, até fazem anos no mesmo dia.
O relacionamento deles era bom (ao inicio – primeiras 3 semanas), eram perfeitos juntos, eram como super-cola (não descola – até à 4ªsemana), encaixavam (como as lapas ou como as lesma com as carapaças – dão origem ao caracol), queridos e apaixonados, com olhares profundos, ternos e repletos de amor e paixão, e os seus beijos eram cheios de confidência e amorosos e os seus abraços eram aconchegantes. Eles completavam-se mas isso é outra história (contada por mim, daqui a um parágrafo).
A única vez que os vi juntos foi num domingo, estávamos a fazer um trabalho de geografia (pintar mapas – não é tão fácil como parece), e ele chegou para trazer apontamentos dela (porque ela lhe tinha emprestado, porque ele é um baldas – e burro – ele chumbou no 7º). Quando ele chegou, eu e ela estávamos a pintar. Ela estava deitada no chão e as mamas estavam sob pressão (mas sem culpa dela – ela não se tinha apercebido – eu contei-lhe mais tarde), e ele olhou fixamente (acho que ficou excitado como pude comprovar mais tarde – informações dela), depois ela meteu-se de joelhos, e ele beijou-a carinhosamente a boca. Os olhares eram uma constante, eram adoráveis. Eu interrompendo o ambiente carinhoso dizendo “Ohhhhh”.
Ele riu-se mas ela ficou incomodada por eu estar a olhar fixamente para eles. Ela pegando-lhe na mão dirigiu-se para a varanda.
Esconderam-se atrás da cortina, pensando que eu não os observava (mas estavam enganados), eu observara cada gesto, cada beijo, cada confidência, cada abraço…
Os beijos eram adoráveis e eu achava que a relação ia durar (mas estava enganada).
Os abraços que davam eram apaixonados e fofinhos (eles não se viam há um dia e ela estava com saudades, ele não sei – não o compreendo propriamente, visto só o ter visto apenas um dia). Posavam a cabeça no ombro um do outro, julgo ter visto o pequeno pé dela levantar. Julgava e ainda julgo que eram perfeitos um para o outro (como um puzzle que precisava de se completar).
Eles eram totalmente compatíveis e compreendiam-se perfeitamente, visto serem ambos diferentes e terem um feitio muito parecido. Eles eram extrovertidos um com o outro, faziam coisas juntos (coisas que não posso revelar – não implicam sexo).
Gostavam ambos muito de futebol (freneticamente – não estou a brincar – eles eram fanáticoss (os 2)).
A relação deles era muito intensa mas continha algumas falhas como todas as relações, como por exemplo, o facto de envolverem muitas pessoas ao barulho, não comunicarem sobre problemas da relação.
A relação acabou devido a alguns mal-entendidos existentes na relação.
Ele pensava que ela era pouco compreensiva, muito séria, sufocante e que planeava um futuro com ele.
A verdade: ela é bastante compreensiva, é brincalhona (é considerado exagerado para algumas pessoas), nada séria, não é sufocante (apenas estava a passar por um mau momento – já ouviste falar em apoio ó seu …), planeia um futuro – o dela (sozinha).
A relação deles era perfeita, foi uma estupidez terem acabado por motivos idiotas e completamente mentira. Penso também que ele devia ter falado com ela (cara a cara – e não terem acabado através de um ecrã), não continuaram amigos (porque são ambos orgulhosos – não dão braço a torcer – não querendo falar – nem um nem outro – usando-me como cobaia da resolução da relação).
Acabaram então, para sempre (ou não – nada é definitivo (ele não sabe o significado da palavra definitivo – visto não ter um vocabulário rico – ele usava a wikipédia para a impressionar – facto não comprovado)).
Ele é um otário que não sabe o que perdeu, ela é carinhosa, amiga e merece um bom rapaz, por muito que me custe admitir, eles ficavam muito bem um para o outro, andaram sempre agarradinhos (como já mencionei antes – eles andavam sempre colados, mas com o vento, a cola saiu), mas agora ele já gosta de outra (ele é desesperado – está sempre a trocar de namorada, e a única que conseguiu manter por mais tempo, morava bem longe dele, e não se viam – ele tinha 5anos – facto não comprovado – teoria acabada de inventar – mas quem é que o quereria ver?!). Ela foi a melhor que ele arranjou em todos os aspectos, ela é querida, compreensiva (não é como ele a pinta (ele não sabe pintar)), dá liberdade, e não sufoca os namorados (eles é que a sufocam a ela). Ele é mentiroso, falso e um estúpido que nem devia sair de casa – para não contaminar a humanidade – tenho pena dela – sofreu muito (penso eu) – mas ele nem por isso passou (já gosta de outra – segundo outras fontes).

O AMOR É CEGO, MAS MESMO QUE O VEJAS VAIS SEMPRE CRITICÁ-LO.
*Vento – problemas
*Cola – carinhos
assinado:
Ana25 (a menina do blogue)