O amor é como uma brisa de Verão
Que sopra sem nos apercebermos
E que desperta a sensação
Que amamos e somos amados.
É cego, é sofrido
É fogo corroído,
É inexplicável este amor!
Que aparece subitamente
E que permanece nos inocentes
Pensamentos dos jovens amantes,
Cujos olhos brilham como diamantes.
É riqueza que não é vista,
É um roubo optimista
De uma alma perdida,
Que volta na sua ida,
Ao oceano turbulento,
De loucura e sentimento.
O amor é a nossa morte
E a nossa vida
É a espada do corte
Da permanente ferida
Sangrando com palavras queridas.
“Eu Amo-te!”
Ó! Palavras de fel
Que passam por mel
Na ingenuidade,
Das pessoas sem idade
Vítimas do amor,
Que caça com esplendor
As suas presas,
E que as mata com folgor
Sem certezas.
(por: Inês de Almeida Pinto)
13.2.2011
Adorei seu poema ;)
ResponderEliminarContinue a boa escrita!
Obrigada. Foi escrito pela minha amiga :D
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