Tu és tudo o que eu odeio, tudo o que eu não necessito. És um mentiroso e um cobarde, mas um dia verás que isso não te valeu de nada.
Já não importas, já não és relevante.
Odeio-me a mim mesma por ter acreditado em cada palavra que proferias. És um rapaz sem carácter, fingido e sem sentimentos.
O “nós” nunca existiu, não passou de uma ilusão, pois não eras quem fingiste ser, o “nós” foi uma mentira.
Eu sei de tudo, eu sei que não te importavas comigo, sei que nunca gostaste verdadeiramente de mim, sei que me enganaste com ela (embora não o queiras confirmar), sei que não passei de mais uma, mas sinceramente estou-me nas tintas para isso.
Mas só te digo uma coisa, podes dizer o que quiseres sobre mim, porque no fim saberás sempre que estás a dizer uma mentira a ti mesmo e aos que te rodeiam, por isso nem vale a pena o esforço.
Tenho imensa pena da pobre coitada que se seguirá a mim, porque se for tapadinha vai continuar contigo a achar que és maravilhoso e perfeito e na verdade não é bem assim. Mas vá, não deixo de lhe desejar boa sorte!
Não passas de um rapaz que pensa que é muito, mas não passa de bosta. No futuro vais estar a viver uma vida miserável com um emprego miserável, tudo porque em vez de estudar preferias fingir ser um rapaz bem formado e conseguir as gajas que querias, enquanto que eu vou estar a desfrutar de uma vida estável e normal, porque tenho objectivos.
Agora digo-te eu:
Tens um cabelo estranho, um nariz demasiado grande, achas-te alto mas és baixo para a tua idade, és fraco, és muito imaturo, embora te achas super “crescido”, tens aquela “coisa” a mais na língua que é arrepelante, tens sinais feios na cara, excitas-te com muita facilidade, tens um sorriso pouco cativante, não tens corpo e quando me beijas-te pela primeira vez fiquei bastante desiludida, estava à espera de melhor.
Vive uma boa vida idiota!
2.5.2011

Parabéns. Um mês já passou. Esquece esse boi.
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